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Alex Vieira http://www.myspace.com/alexvieiramusic

quarta-feira, 23 de março de 2011

Cinco discos para conhecer: Eric Singer


Ótima reportagem postada no BLOG: http://vansucks.blogspot.com/2011/01/cinco-discos-para-conhecer-eric-singer.html

Após homenagearmos vocalistas e guitarristas, vamos colocar o holofote em um dos grandes representantes dos espancadores de peles. Com vocês, Eric Doyle Mensinger, o homem que após muitos anos de uma carreira bem sucedida, recebeu genes felinos.


Black Sabbath – Seventh Star [1986]

Emprestado da banda de Lita Ford – e nunca devolvido – Eric Singer manda ver em sua primeira grande aparição junto a um monstro do Rock. Seventh Star, que era para ser um álbum solo de Tony Iommi inicialmente, traz uma diversidade não vista antes nos trabalhos do Black Sabbath. Baladas como a fantástica “No Stranger to Love”, um Blues dilacerante em “Heart Like a Wheel”, a pancada certeira em “In For the Kill” e a cadenciada faixa-título são alguns dos destaques.

Eric deixa sua marca na excelente “Turn to Stone”, uma das melhores composições de Iommi nos ‘anos decadentes’, com uma intro de bateria fenomenal. Embora tenha passado meio despercebido à época, Seventh Star foi aprovado pelas gerações de fãs posteriores. Com justiça, pois trata-se de um grande disco. Talvez muito diversificado para aquilo que as pessoas associavam ao nome Black Sabbath. Mas nada que o tempo não se encarregasse de justificar. E apesar de todos os problemas pessoais, Glenn Hughes ainda conseguia emocionar.

Glenn Hughes (vocals)
Tony Iommi (guitars)
Dave Spitz (bass)
Eric Singer (drums)
Geoff Nicholls (keyboards)

01. In For The Kill
02. No Stranger To Love
03. Turn To Stone
04. Sphinx (The Guardian)
05. Seventh Star
06. Danger Zone
07. Heart Like A Wheel
08. Angry Heart
09. In Memory...


Badlands – Badlands [1989]

Poucas vezes um line-up com tantos talentos foi reunido sob o mesmo nome. Juntando várias estrelas ascendentes do Rock, o Badlands acabou prejudicado por más escolhas em sua curta carreira. O próprio Eric Singer relata que tudo que poderia dar errado com a banda, deu. Mesmo assim, não dá para deixar a discografia do grupo passar batida. Especialmente o primeiro álbum, verdadeira aula de Hard Rock. Unindo peso e melodia com perfeição, agregando saudável veia setentista nas composições, o disco é um verdadeiro arraso.

O hit acabou sendo “Dreams in the Dark”, que ganhou seu videoclipe, assim como “Winter’s Call”. Mas a repercussão foi insuficiente para transformar o Badlands em um fenômeno de popularidade na cena. O excesso de atritos – quase sempre envolvendo Ray Gillen e Jake E. Lee, com direito a acusações publicas – fez com que Eric abandonasse o barco na seqüência, sendo substituído por Jeff Martin. Ainda bem que deu tempo de registrar esse fantástico trabalho, presença obrigatória na prateleira dos admiradores do estilo.

Ray Gillen (vocals)
Jake E. Lee (guitars, keyboards)
Greg Chaisson (bass)
Eric Singer (drums)

01. High Wire
02. Dreams in the Dark
03. Jade's Song
04. Winter's Call
05. Dancing on the Edge
06. Streets Cry Freedom
07. Hard River
08. Rumblin' Train
09. Devil's Stomp
10. Seasons
11. Ball and Chain


KISS – Revenge [1992]

Substituir um grande baterista como Eric Carr já seria tarefa difícil. Fica ainda pior quando esse acabava de falecer. Mas Singer encarou a parada e seu deu bem, pois entrou no KISS justamente quando eles lançaram um dos melhores trabalhos da carreira. Produzido por Bob Ezrin, Revenge resgata o peso e a imagem agressiva da banda, por muitas vezes escondida nos anos 1980, graças ao excesso de maquiagens – tanto nos membros quanto na própria música.

Voltando as atenções ao Hard Rock simples e direto, o disco conquistou os fanáticos desde seu lançamento. Muitos que havia abandonado o grupo na fase mais ‘alegre’, tiveram sua fé restaurada. E um Eric se mostrou digno de substituir o outro, que foi homenageado na última faixa do play. Impossível citar um destaque. Trata-se de um álbum para ser ouvido do início ao fim. Aliás, vale até repetir a dose logo na seqüência. Aprecie sem moderação!

Paul Stanley (vocals, guitars)
Gene Simmons (vocals, bass)
Bruce Kulick (guitars)
Eric Singer (drums)

01. Unholy
02. Take It Off
03. Tough Love
04. Spit
05. God Gave Rock N' Roll To You II
06. Domino
07. Heart Of Chrome
08. Thou Shalt Not
09. Every Time I Look At You
10. Paralyzed
11. I Just Wanna
12. Carr Jam 1981

Alice Cooper – The Eyes of Alice Cooper [2003]

Após algumas experimentações, Vincent Furnier decidiu que era hora de retornar ao Hard/Rock and Roll básico. E a volta não podia ser mais triunfal, já que The Eyes of... é um grande disco, resgatando a sonoridade clássica do Alice Cooper Group. Ao contrário de muitos dos álbuns recentes, Alice decidiu manter a ótima banda que tocava com ele ao vivo à época. Normalmente os produtores escolhiam os músicos de acordo com o que consideravam ideal para a ocasião.

Entre tantos grandes sons, é impossível deixar de destacar “Detroit City”. A música lembra a cena em que Alice se desenvolveu. Wayne Kramer participa, tocando sua guitarra na canção, que cita o seu MC5. Outros homenageados na faixa são David Bowie (citado como seu alter-ego, Ziggy Stardust), Ted Nugent, Iggy Pop, Bob Seger & The Silver Bullet Band e Kid Rock, entre outros. Apenas uma pérola em um verdadeiro colar musical, que merece ser apreciado em sua íntegra.

Alice Cooper (vocals)
Ryan Roxie (guitars)
Eric Dover (guitars)
Chuck Garric (bass)
Eric Singer (drums)

01, What Do You Want From Me?
02. Between High School & Old School
03. Man Of The Year
04. Novocaine
05. Bye Bye, Baby
06. Be With You Awhile
07. Detroit City
08. Spirits Rebellious
09. This House Is Haunted
10. Love Should Never Feel Like This
11. The Song That Didn't Rhyme
12. I'm So Angry
13. Backyard Brawl


KISS – Sonic Boom [2009]

A estréia de Eric Singer como Catman em estúdio não poderia ter sido mais positiva. Promovendo uma mistura do melhor que fez em cada fase nas décadas anteriores, Sonic Boom é um deleite para os KISSmaníacos. Chega a fazer o fã pensar o que estavam pensando Gene Simmons e Paul Stanley (que também atuou como produtor) quando optaram por ficar mais de uma década sem gravar. Aliás, os próprios devem ter se indagado, já que prometem álbum novo ainda para esse ano. O bom senso roqueiro agradece.

Como nosso assunto principal nessa matéria é Singer, o drummer, não dá para deixar de destacar “All For the Glory”, onde Eric assume os vocais com muita competência. Uma pena que não foi executada ao vivo, pois conta com uma melodia e pegada soberbas. As outras dez músicas mantêm o mesmo nível de qualidade, mostrando que, negócios bizarros à parte, o KISS não esqueceu como se faz aquilo que os transformou em lendas. Um verdadeiro presente para o exército particular de fãs, que estão entre os mais fiéis do mundo.

Paul Stanley (vocals, guitars)
Gene Simmons (vocals, bass)
Tommy Thayer (guitars, vocals)
Eric Singer (drums, vocals)

01. Modern Day Delilah
02. Russian Roulette
03. Never Enough
04. Yes I Know (Nobody's Perfect)
05. Stand
06. Hot And Cold
07. All For The Glory
08. Danger Us
09. I'm An Animal
10. When Lightning Strikes
11. Say Yeah

quinta-feira, 17 de março de 2011

IRON MAIDEN - TOUR BRASIL 2011



O IRON MAIDEN levanta vôo novamente e está de volta ao Brasil para 6 shows em março, abaixo encaminho informações sobre o show do Rio de Janeiro, maiores informações dos outros locais entrem no link abaixo, origem destas informações:

http://www.midiorama.com.br/works/news/414/iron-maiden-the-final-frontier-world-tour/

Evenpro e Mondo Entretenimento anunciam a chegada do IRON MAIDEN este mês ao Brasil para uma série de seis shows da turnê mundial The Final Frontier World Tour. A lendária banda irá viajar mais uma vez para o Rio de Janeiro, onde se apresentam na HSBC Arena (Barra da Tijuca), no dia 27 de março de 2011;

O cantor Bruce Dickinson comenta: “É sempre ótimo voltar à America Latina onde nossos fãs estão entre os mais apaixonados do planeta! Os fãs brasileiros são um exemplo perfeito dessa paixão e sempre sentimos uma enorme responsabilidade ao tocar ao vivo no Brasil, porque temos a obrigação de dar o nosso melhor, merecer a lealdade de todos esses fãs. É especialmente excitante nesta turnê – graças ao nosso “tapete mágico” ED Force One - a possibilidade de estar em lugares onde nunca estivemos. Estamos muito ansiosos por tocar em Belém pela primeira vez, queremos ver se os fãs são tão especiais como os do resto do Brasil. E, claro, será extremamente excitante se apresentar no Estádio do Morumbi em S.Paulo, em uma noite que promete ser muito especial! Para essa nova turnê, nós temos um palco completamente novo, como muitas novidades e um set list que trará musicas de nosso último álbum, The Final Frontier, além de músicas familiares de outros álbuns que temos certeza que os fãs querem ouvir e…. claro, um novo e espetacular Eddie!”

Ed Force One: 66 dias ao redor do mundo, de Moscou a Tampa

Assim como aconteceu em sua última turnê mundial “Somewhere Back In Time World Tour” em 2008/2009, o IRON MAIDEN mais uma vez estará viajando pelo mundo em seu Boeing 757, o Ed Force One, totalmente redecorado e customizado para a nova turnê, que estará transportando a banda, sua equipe e mais de 10 toneladas em mais de 50.000 milhas ao redor do planeta. E, claro, pilotado por ninguém menos que o próprio Bruce Dickinson. Esta nova etapa da turnê, que começa pela Rússia, visitará 26 cidades em 13 países através de 5 continentes, para realizar 29 shows. O Ed Force One irá aterrisar em Tampa, Flórida, para o último show desta perna, exatos 66 dias depois do início em Moscou, dia 11 de fevereiro.

A atual turnê se baseia no último disco de estúdio da banda, ‘The Final Frontier’, lançado em agosto pela EMI Records (UME nos EUA) e que se tornou um dos mais bem sucedidos trabalhos da banda, alcançando o primeiro lugar em vendas em 28 países. Aqui no Brasil, foi o álbum mais vendido na Saraiva, Livraria Cultura e FNAC durante as duas primeiras semanas do lançamento.

Os ingressos para as apresentações no Brasil já estão à venda nas seis cidades onde eles se apresentarão.

Rio de Janeiro

Data: 27 de março de 2011 (domingo)
Horário do show: 20h30
Abertura dos portões: 18h30

Local: HSBC Arena
Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca

Descontos: 50% de desconto para estudantes, aposentados, professores da rede pública estadual, menores de 21 e maiores de 60 anos.

Outros: 20% para clientes HSBC

Abertura de venda: 02 de dezembro

Classificação etária: 16 anos
Menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável

Preço: 1º LOTE

  • Pista Premier – R$ 400,00
  • Pista – R$ 210,00
  • Cadeira Nivel 1 – R$ 250,00
  • Cadeira Nivel 3 – R$ 120,00
  • Camarotes – R$ 400,00

Informações de Bilheteria:

HSBC ARENA: Av. Embaixador Abelardo Bueno 3401- Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
Horário de Funcionamento: das 10h00 às 18h00 todos os dias
Forma de pagamento: Dinheiro, Visa, Master, Redecard Maestro e Visaelectron

Pontos de venda*

Modern Sound - Rua Barata Ribeiro, 502 Lojas D2, D4 e D6 Copacabana
Horário de atendimento: de segunda a sexta– das 9h30 às 20h, sábados das 9h30 às 19h. Aos Domingos: fechado.
Forma de pagamento: Dinheiro, Visa, Mastercard, Redecard Maestro e Visaelectron

Call Center** 4003 1527
Custo de ligação local.

Site** www.livepass.com.br

* Acrescidos de taxa de conveniência de 17% (dezessete por cento) sobre o valor de face do ingresso

* * Os ingressos adquiridos pelo site e call center também serão acrescidas de taxa de retirada ou entrega calculada conforme CEP selecionado.



sexta-feira, 11 de março de 2011

Show do Lobão Circo Voador – 11 de Fevereiro de 2011



Postagem mais que atrasada, mas, por favor, me dêem um desconto, afinal até antes do carnaval estava envolto com a mudança.


O show foi construído em cima das músicas mais novas da carreira do Lobo, tocou pouquíssimas da época mais conhecida dele. Aspecto este que acho louvável, afinal o “show tem que continuar”, e ficar tocando só material antigo não leva a lugar nenhum.


Por outro lado, o show deveria ser melhor produzido musicalmente, afinal tiveram vários erros nítidos de “falta de ensaio”, principalmente na elaboração do setlist, foi feito de uma forma que não “prendeu” a platéia na totalidade do show, a platéia cansou, teve uma seqüência de músicas lentas, com uma sonoridade down, somado às viagens de efeitos de guitarra, ou seja, o show perdeu sua cadência.


Os músicos da banda a todo o momento ficavam se entreolhando, parecia que não sabiam para onde a música ia, parecia que ficavam esperando a cada compasso o que deveria acontecer.


Há um ano mais ou menos fomos ao Circo para o show do Lobão em 2010, o show foi mais bacana, mais bem ensaiado, teve a participação da grande Elza Soares, o próprio Lobão estava mais entrosado com o público, falando suas “pérolas” e divertindo a platéia com piadas inteligentes. Neste ano, o Lobo não conseguiu a mesma empatia com a platéia, falou pouco, berrou muito e se manteve distante da platéia e dos músicos.


A banda de abertura ficou a cargo da banda ROCKZ, com músicos competentes e um vocal “na média para menos”.


Valeu a noite, afinal ir a um show de ROCK no Rio de Janeiro e ainda mias no Circo Voador é coisa rara nos dias de hoje. (Uma Pena)