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Alex Vieira http://www.myspace.com/alexvieiramusic

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Bom dia e boa semana para “todos” (?)


Segunda-feira de sol, dia lindo e com gás para esta semana pré-carnaval! O fds foi maravilhoso, foram: sexta-feira; Jota Quest no Oi Noites Cariocas, sábado; Nikity City com programa familiar com direito até a chá de fralda de um amigo de infância e domingo; ensaio do bloco ESCANGALHA na Lagoa e passeio em Santa Teresa, por fim de volta ao apt com direito a Carpaccio no fim de noite de domingo, MCCMA!

Gostaria de me ater no show do Jota Quest na sexta-feira, não que seja a coisa mais importante que fizemos neste fds, mas pelas diversos pontos que comentarei aqui.

Logo ao chegar no Píer Mauá para o Noites Cariocas para assistir ao Jota Quest, já nos deparei com a ótima produção e profissionalismo de todos que estavam no STAFF do evento. Parabenizo meu xará Alexandre Accioly e sócios pelo exemplo de profissionalismo, o RJ estava precisando de eventos assim como referência, pois a exemplo do show da Madonna, uma bagunça de produção! Única ressalva que faço é que penso que o local que o público fica deveria ser maior.

Sobre a banda e o show, acho que estou ficando “velho”, vou contar uma historinha para você(s?), em 1996 fui convidado para integrar uma banda chamada FINCABAUTE, essa banda era a autora dos Hits “É coisa de Maluco.” e “Eu também quero dinheiro”, exaustivamente tocadas entre 1996 e 1998 (inclusive achavam que essas músicas eram do SKANK, isso porque a nossa gravadora era pequena e não investiu em nossa imagem). Nossos empresários na época eram o Ricardo Chantilly e o Sérgio Pitta (Agitt Produções), que em 1997 começaram a empresariar o Jota Quest também, isso bem na época do segundo disco deles “De volta ao planeta”. Com isso, acabou que as duas bandas se conheceram em um churrasco na casa do Pitta. Assim, desde então virou minha banda favorita no mercado nacional. Inclusive, sou fã de instrumento do P.J. (baixo) e do Paulinho (bateria), estes são muito melhores em seus instrumentos do que mostram nas músicas do Jota, já vi JAMS com eles e os “muleques” arrebentam mesmo!

Como disse, sempre fui fã da banda e sempre adorei seus shows – até a turnê do disco “Discotecagem Pop Variada” – onde o som, até essa turnê, era mais orgânico, mais groove, rock e com backing vocals e naipe de metais (inclusive no início desta turnê até usaram um percussinista, este que foi “limado” logo no início das viagens). No disco seguinte, “Até onde vai”, começaram com uma onda mais eletrônica (de leve – e acabaram de limar o Naipe de Metais) e neste último disco “La Plata”, assumiram a sonoridade eletrônica (e por fim, acabaram limando os Backing Vocals.....deve ser a crise mundial!), mas a coisa ficou uma mistureba, pois neste disco encontra-se samba-funk, groove e baladas (só não existe ROCK) isso tudo com pré-gravações com sons de música eletrônica. E com isso, acho que o show perdeu PESO, PEGADA e PIQUE de show que eles sempre tiveram. Por fim, continuo achando ser um bom show, mas longe do que eles tinham, espero que voltem ao groove, rock e pique de show.....de preferência com o naipe de metais e os backing vocals.

O mais importante a ser comentado da noite, novamente-mais uma vez, é o fato que as pessoas estão cada vez mais sem educação, sem respeito pelo próximo e muito menos pelo bem comum.

Fiquei num tipo de arquibancada, e ao meu lado estava uma menina (que parecia estar fora de si....talvez bebida misturada com certos entorpecentes...pois era o que parecia) e ao lado dela seu namorado. Começando o show, já na primeira música a referida menina começou a pular que nem uma louca e com os braços para o alto, os balançando como se estivesse num ambiente sem ninguém ao seu lado (parecia até que ia voar....sem querer sugerir nada....rs rs....mesmo que seria difícil diante da amplitude de sua silhueta), e numa dessas acertou a mão na minha cara pela primeira vez (prestaram atenção que eu disse “PRIMEIRA vez?!?!?!), antes da segunda música começar ela conseguiu me acertar pela SEGUNDA vez na cara, ou seja, paguei R$50,00 para levar tapas na cara em plena sexta-feira à noite?! Daí por diante quando a mão dela chegava perto eu segurava e afastava seu braço, percebi que a menina de “asas” nem ligava e continuava a “bater as asas”, então para não criar confusão chamei o namorado dela e falei o seguinte: “Cara na boa, pede para sua namorada parar de gesticular e bater com a mão na minha cara, estou sendo respeitoso e te alertando antes de fazer qualquer coisa com ela e que você não venha a gostar!”, ele me agradeceu e disse que falaria com ela. Vi que ele falou, mas passado uns instantes ela continuou, e bateu mais uma vez e eu olhei para o cara de cara feia e ele entendeu e falou com ela mais uma vez. Não satisfeita, ela começou a fumar e com o cigarro na “asa” começou a bater as asas novamente e caiu cinza em mim, mas segurei a onda e fiquei na minha. Depois já sem o cigarro, numa música agitada, bateu as asas com fervor e mais uma vez a asa me acertou na cara, aí não segurei e empurrei o braço dela com força e olhei com cara de ódio para o namorado fazendo-lhe perceber que estava disposto a encrencar a situação se fosse preciso e que ele não era capaz de controlar a namorada drogada dele, nisso o cara segurou ela e os dois começaram a discutir feio e o cara a afastou e assim consegui assisti o resto do show, finalmente no fim do show o carinha veio se desculpar mais uma vez e agradecer a ”moral” (fala dele) que dei a ele respeitando ele e a suposta mulher de asas namorada dele.

Pois é, como pode alguém ser tão sem consideração e respeito com o próximo assim? Imagino que todos que estavam ali queriam se divertir com a banda de rock na sexta-feira, depois de uma semana de trabalho forte, pagando caro por um show e não ficar se indispondo com pessoas que estão ali pelo mesmo motivo. Sinceramente, o que desejei para esta menina no fim da noite é que ela aprenda a respeitar as pessoas pela pior maneira possível, para ela nunca mais fazer nada parecido! Mas hoje penso e deixo “o cara” lá de cima decidir como fazê-lo. No sábado lembrei muito desta menina, ao encontrar uma pessoa que jamais pensei que encontraria, que durante muito tempo a alertei que mudasse pois senão ela uma dia ficaria sozinha e morreria desta maneira sem ninguém ao seu lado, e neste dia vi a solidão em seus olhos e gestos! Uma pena, pena mesmo! obs.: gostaria de agradecer a paciência de uma pessoa querida.

Volto a dizer, prestem atenção no quanto podem influenciar as pessoas ao seu lado com gestos, falas, silêncio e até pensamentos com suas energias. Todos nós temos este poder para isso! Vivam felizes e ajudando os outros a também serem.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

CONVERSA DE DUAS CRIANÇAS!!!!


Adorei este texto enviado por uma amiga esta manhã:

- E aí, véio?
- Beleza, cara?
- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
- Quer conversar sobre isso?
- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?
- Como assim?
- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?
- Nunca.
- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo assim, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali bem na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?
- Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu pai tem um caso com a vizinha?
- Como assim, véio?
- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!
- Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.
- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
- Tipo o quê?
- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
- Caramba! Mas por que ela fez isso?
- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.
- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.
- E sabe a Francisca ali da esquina?
- A Dona Chica? Sei sim.
- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.
- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim.
Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.
- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.
- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.
- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.
- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.

Obs: Sempre achei que os bebês devem odiar aquelas caretas e falas de debilóides!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O quanto somos responsáveis por influenciar a vida dos outros e a nossa própria, de acordo com nossas escolhas, sem mesmo nos darmos conta?


Há um tempo que essa pergunta está na minha cabeça! Deve ser em razão dos diversos acontecimentos que vivenciei em 2008: sustos, mudanças, despedidas, chegadas, etc. Mas o fato é que me pego revolto a esta mesma pergunta, deve ser por estar reavaliando diversos pontos em minha vida e pensando na vida daqueles com quem convivo no aspecto do quanto eu posso influenciar na vida dessas pessoas e o quanto isso é sério. Percebo o quanto podemos influenciar positiva e/ou negativamente a vida das pessoas ao nosso redor, com um simples sorriso ou mesmo em silêncio, ou seja, com qualquer gesto.

Nos últimos anos morei em Niterói, Rio de Janeiro, Salvador, Macaé e hoje voltei a morar no Rio de Janeiro, no bairro que mais gosto: Ipanema. Passando por estes lugares conheci lugares maravilhosos e mais, pessoas incríveis com suas histórias, seus medos, seus desejos, seus sonhos, e vivendo seus “mundinhos”. Passei a participar destes diversos mundinhos e essas pessoas do meu, até aqui nada que já não fosse “normal”, mas desde então, me tocou ver pessoas sorrirem e chorarem por alguma coisa relacionada com suas vidas e até por minha causa. Isso mexeu comigo a ponto de ficar com isso matutando meus pensamentos e resolvi escrever para poder enxergar em palavras meus pensamentos.

Escutei frases sobre covardia, desilusão, solidão, amor, saudade, etc. Ao escutar isso, percebi que muitas vezes todos nós sentimos algo como: “perdi algo”!

Ultimamente presenciei atitudes de um certo senhor que indiretamente roubaram alguns sorrisos de uma garotinha loira que já passou por muita coisa dura em seus nove aninhos de vida e de outras pessoas ao seu redor. O pior é que, a consciência deste senhor sobre isso parece passar longe de seus pensamentos.

Hoje me preocupo mais com meus gestos, palavras e escolhas! Sinto diariamente a importância de gestos, olhares, palavras, pensamentos e muita gentileza tanto comigo, quanto com todos com que convivo e de quem amo.

Gostaria de deixar a sugestão e pedido meu a todos que lerem este texto, tomem consciência com mais cuidado e carinho do poder que possuem de influenciar a todos, pois todos nós possuímos o poder/escolha de fazermos alguém sorrir ou mesmo chorar, essa diferença muda vidas diariamente!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Certeza! Pra quê!?


Finalmente neste fim de semana percebi uma certeza em mim, derivada de uma conversa, que me senti leve ao enxergar algo que já estava pacífico em minha mente e corpo. A decisão de como quero viver minha vida daqui para frente. Percebi que a decisão já estava tomada pelo meu corpo e mente, só o percebi conscientemente naquele momento. E mesmo assim, imediatamente, fui questionado se isso não era somente uma ação impulsiva, e na ponta da língua (como dizem por aí), respondi que somente uma vez na vida (nestes meus 37 anos) senti isso, e naquela época fui muito Feliz. Assim, jamais poderia estar meu corpo e mente mentindo para mim neste momento!

É isso, como diz a canção:

“O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar”